<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1289168959722571757</id><updated>2011-11-18T00:52:08.030-02:00</updated><title type='text'>Troco em Bala</title><subtitle type='html'>... o capitalismo em forma de glicose.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://trocoembala.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1289168959722571757/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trocoembala.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Letícia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17715360575008034492</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_zMNz_CkvRFs/S3QOaAE9SPI/AAAAAAAAAlI/icTlri9BnYg/S220/C%C3%B3pia++001.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1289168959722571757.post-8880633667035472918</id><published>2011-11-01T13:42:00.001-02:00</published><updated>2011-11-01T13:43:16.464-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>E dai tudo perdeu a graça&lt;div&gt;Perdeu a cor&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Perdeu o cheiro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Perdeu o brilho.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1289168959722571757-8880633667035472918?l=trocoembala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trocoembala.blogspot.com/feeds/8880633667035472918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trocoembala.blogspot.com/2011/11/e-dai-tudo-perdeu-graca-perdeu-cor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1289168959722571757/posts/default/8880633667035472918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1289168959722571757/posts/default/8880633667035472918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trocoembala.blogspot.com/2011/11/e-dai-tudo-perdeu-graca-perdeu-cor.html' title=''/><author><name>Letícia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17715360575008034492</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_zMNz_CkvRFs/S3QOaAE9SPI/AAAAAAAAAlI/icTlri9BnYg/S220/C%C3%B3pia++001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1289168959722571757.post-5423099073270232660</id><published>2011-07-21T00:19:00.003-03:00</published><updated>2011-07-21T00:43:34.910-03:00</updated><title type='text'>Temos todo o tempo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Admiro pessoas com dom para compor, escrever, expulsar os sentimentos na forma de palavras. Apenas consigo me inspirar nelas. Assumo que, há alguns anos, conseguia fazer isso. Mas o tempo nos embrutece e nos racionaliza. Onde havia suspiros, hoje são apenas gestos voluntários na forma de chamar a atenção do próximo para uma situação de desagrado. Onde havia risadas, hoje há tentativas de auto-afirmação colocando-se a si mesmo numa posição superior àquela da qual se ri.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há alguns meses consegui sentir isto novamente, esta inocência com os sentimentos. Apenas sentir. Esquecer o mundo mesquinho e egoísta em volta. Sentir. Respirar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Volta e meia procuro sentir isso. Mas não é bem assim. Mesmo que entrasse novamente em uma fase de desapego (conhecida por "foda-se"), esse sentimento bom seria forçado, levemente artificial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda hoje tentei desempenhar duas atividades ao mesmo tempo, pensando para mim mesma: "Vou poupar tempo!"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundos depois me pego pensando no porque poupar tempo. Pra que poupar. Acumularei agora e gastarei quando? De que forma? Parafraseando Renato Russo, não tenho mais o tempo que passou, mas tenho muito tempo; tenho todo o tempo do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Corri tanto para não perder tempo. Para não deixar nada para trás. Sempre fazendo duas ou três coisas ao mesmo tempo: Médio e técnico. Técnico e graduação. Graduação e trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E agora olho para trás e vejo quantas coisas poderia ter feito com um turno a mais sobrando. Simplesmente fazer o que todos fazem. Simplesmente perder uma tarde batendo perna no calçadão, ou tomando mate em algum canto sujo da cidade, rindo sobre coisa alguma e criando lembranças.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não me arrependo do que fiz, de como fiz. Conheci pessoas maravilhosas, relativizei as coisas de forma que nenhuma outra pessoa teria feito, aprendi a superar as quedas de forma tão rápida que em menos de dois ou três dias já nem lembrava o que havia acontecido (afinal, abalos não podiam influenciar a minha performance no trabalho ou diminuir a minha assiduidade em aula). E certamente eu sei que amanhã já não vou sentir mais isso que sinto agora, porque no momento em que escrevo, os sentimentos ficam no passado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero ver as coisas de outra forma, tantas quanto existirem. Não dá para ficar aqui.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1289168959722571757-5423099073270232660?l=trocoembala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trocoembala.blogspot.com/feeds/5423099073270232660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trocoembala.blogspot.com/2011/07/temos-todo-o-tempo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1289168959722571757/posts/default/5423099073270232660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1289168959722571757/posts/default/5423099073270232660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trocoembala.blogspot.com/2011/07/temos-todo-o-tempo.html' title='Temos todo o tempo'/><author><name>Letícia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17715360575008034492</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_zMNz_CkvRFs/S3QOaAE9SPI/AAAAAAAAAlI/icTlri9BnYg/S220/C%C3%B3pia++001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1289168959722571757.post-8990079105869105509</id><published>2011-02-16T17:13:00.012-02:00</published><updated>2011-02-19T10:30:40.015-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:Arial, sans-serif;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Todos nós, em algum momento da vida, criamos uma história para contar. Essas histórias sempre envolvem um ritual de passagem, de troca de valores, de como éramos para como foi que descobrimos que o grande lance é correr atrás de nossos sonhos sem dar importância para o que os outros pensam sobre o ocorrido. São tantas histórias e sempre a mesma. São histórias que se repetem em livros de contos de fada, em filmes, em reuniões de família e até mesmo em botecos com cerveja barata e muita fumaça de cigarro. A discussão gira em torno de como a vida é curta de mais para deixarmos as nossas vontades de lado. Não há tempo para se arrepender pelo que foi consumado, mas ainda há tempo de irmos em busca daquilo que gostaríamos de ter feito e deixamos a oportunidade passar. Temos autonomia para criar as oportunidades ou ainda comprá-las, mas o fato é que elas se repetem, mesmo que muitas vezes venham mascaradas, irreconhecíveis.&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:Arial, sans-serif;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:Arial, sans-serif;" &gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="WHITE-SPACE: pre" class="Apple-tab-span"&gt;&lt;/span&gt;Ao invés de lamentarmos sobre como a nossa vida está ruim e como nunca temos nada de significante para passar o tempo... Que tal pedirmos transferência do emprego, buscarmos uma faculdade em um lugar distante, dar tchau para os pais e nos mudarmos para uma república? Como diria Fernando Pessoa: &lt;i&gt;“Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida (...) Pare de ligar a sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda.”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:Arial, sans-serif;" &gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:Arial, sans-serif;" &gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;Por vezes a mudança está em coisas tão simples que não percebemos o impacto que ela nos proporcionará, como um corte de cabelo ou um iogurte no café-da-manhã. É complicado para quem está acomodado. E se afirmamos que não há como fazer algo assim então que paremos de reclamar, a verdade é que no fundo amamos a nossa vida do jeito que ela está e, de alguma forma, reclamamos para chamar atenção dos que nos cercam. Afinal até mesmo a morte tem solução. Não são poucos os casos de um irmão que falece e pouco tempo depois um filho ou primo nasce para lembrar a família que a vida continua e que não podemos viver do passado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:Arial, sans-serif;" &gt;Acabou! Há duas formas de encarar isso: aprender com a situação, ocasionando um crescimento espiritual; ou lamentar, agindo como um covarde que foge da realidade. Quem sabe não utilizamos esse passado como a história que vamos contar? Mostrando aquele como um dos vários momentos em que revemos nossos valores e percebemos como a vida vale a pena apesar da dor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:Arial, sans-serif;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:Arial, sans-serif;" &gt;Não há cura para um sorriso, mas para a dor que nos impede de sorrir. Ou mesmo um exemplo mais prático, quando vemos a venda na farmácia remédios que curam a ansiedade e a depressão, mas nada há nas prateleiras que cure o bem estar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:Arial, sans-serif;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:Arial, sans-serif;" &gt;Vivemos sufocados de todos os lados, recebendo afirmações de como é que devemos estar para sermos felizes de verdade. Carros, casas, roupas, perfumes, iPhones, computadores, sapatos, hotéis, olhos claros, dentes simétricos, cabelo volumoso, músculos... Chega! Chega desse sincretismo. Conforto e gargalhadas não são sinônimo de satisfação pessoal. As mesmas soluções não são aplicáveis em todos. Afinal a personalidade é criada a partir das experiências que temos desde o momento do nosso nascimento até o que está acontecendo agora; é criada a partir de influências sociais e como abstraímos elas. Não há uma receita única.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:Arial, sans-serif;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:Arial, sans-serif;" &gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%" class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:Arial, sans-serif;" &gt;“Você alguma vez se perguntou por que faz sempre aquelas mesmas coisas sem gostar? Detesta o patrão no emprego sem ver que o patrão sempre esteve em você e dorme com a esposa, por quem já não sente mais amor. Será que é medo? (...) Por que deixar que o mundo lhe acorrente os pés? Finge que é normal estar insatisfeito (...) Prefere dormir e não ver por que você faz isso, por quê? Será que é medo?”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:Arial, sans-serif;" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; (SEIXAS, Raul. 1977)&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1289168959722571757-8990079105869105509?l=trocoembala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trocoembala.blogspot.com/feeds/8990079105869105509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trocoembala.blogspot.com/2011/02/todos-nos-em-algum-momento-da-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1289168959722571757/posts/default/8990079105869105509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1289168959722571757/posts/default/8990079105869105509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trocoembala.blogspot.com/2011/02/todos-nos-em-algum-momento-da-vida.html' title=''/><author><name>Letícia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17715360575008034492</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_zMNz_CkvRFs/S3QOaAE9SPI/AAAAAAAAAlI/icTlri9BnYg/S220/C%C3%B3pia++001.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
